Tornou-se necessário criar mais distinções para as pessoas não se confundirem umas com as outras, daí o homem olhou para a vegetação, para a geografia e para onde mais houvesse inspiração, o resultado: uma mistura de sobrenomes que já existem há vários séculos. Então a explicação para a origem, foi devido ao aumento da população. Na China, por volta de 2850 a.C., o Império Fushi obrigou os chineses a ter três nomes: um próprio, um da família e um terceiro extraído de um poema. No ocidente o hábito foi adotado primeiro no Império Romano. Na idade média deram continuidade na Europa, como uma forma de identificar melhor as pessoas. Os nobres usaram primeiro, depois os comerciantes e depois os plebeus. No Brasil os sobrenomes chegaram com a colonização. Cerca de 95% vieram de outros países como Portugal, Japão, Alemanha e Espanha. Os outros 5% têm origem indígena, como Capanema ou Pirajá. Muitos Escravos libertos incorporaram os sobrenomes de seus antigos donos. Para fugir da inquisição, muitos judeus e mulçumanos que viviam em Portugal e Espanha nos séculos 15 e 16 que converteram-se ao catolicismo, mudaram seus sobrenomes para coisas da natureza, como Leão, Carneiro e Pinheiro. Então os sobrenomes foram se instalando, sendo criados a partir de ocupações(Hunter , quer dizer caçador e Carpenter, quer dizer carpinteiro), localidade(Fontes, Campos, Matos, Ribeiro, Costa), características(Fox, quer dizer raposa e Fish, quer dizer peixe) e religião(Anjos, Assunção, Graça, Trindade).
Este blog Destina-se a tratar de assuntos mais variados possíveis. Curiosidades de ontem, hoje e antigamente.Resolvi compartilhar alguns porquês deste cotidiano. Todos os conteúdos são extraídos de uma coleção antiguíssima chamada de: "Tesouro da Juventude" que existe antes de minha própria existência, editada em 1958. Uau! É isso mesmo!Contudo as perguntas ainda sondam nossas mentes atualmente e as respostas são simples e resumidas. Então Vamos lá...!
Seja Bem vindo(a) ao Porque das Coisas!
Um dos maiores sábios, Francisco Bacon, disse que o segredo do saber não residia tanto em se poder responder às perguntas como em ter a certeza de que as perguntas se devem faer e qual a maneira de as formular. o mais difícil é "interrogar a natureza acertadamente". Eis aí uma verdade notável. Saber perguntar é saber aprender, embora nem sempre se obtenha a resposta mais acertada.Os homens tem aprendido, muitas vezes, coisas importantes simplesmente porque alguém disse "não se pode perguntar isso", quando se trata de uma questão debatida por espaço de muitos séculos. Fica então a minha observação: perguntar é preciso, pois o saber é necessário e não existem saberes maiores ou menores, mas saberes diferentes.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
POR QUE AS PILHAS ESTOURAM?
Por causa do acúmulo de gás hidrogênio, que é inflamável. Com o passar do tempo, os componentes químicos formam naturalmente esse gás, que vai se armazenando dentro da pilha e pode entrar em combustão devido a uma série de fatores. O estouro de uma pilha AA é teoricamente inofensivo, mas há relatos de pessoas que se machucaram com baterias maiores, como as de laptops. Pilhas comuns quando estouram, soltam um líquido marrom, que é a mistura dos metais na parte interna. Já as alcalinas soltam um pó branco. Nos dois casos, elas não podem ser reutilizadas.
FONTE: Revista Mundo Estranho - novembro/2012.
FONTE: Revista Mundo Estranho - novembro/2012.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
COMO SURGIU A NECESSIDAE DE SE CONSTRUIR UM FAROL?
Há muitos a os já navegava um barco, por noite escura, na costa da Grécia. As trevas eram tão densas que não permitiam ao capitão orientar-se, de forma que resolveu permanecer no ponto onde estava até que rompesse a manhã e pudesse, à luz do sol, determinar o rumo que deveria seguir. Pouco depois de suspender a marcha gritou, porém um marinheiro de bordo: "Vê-se além uma luz!" Efetivamente, lá ao longe, como se fora uma estrela pálida e afastada, brilhava uma luzinha nas trevas que pesavam sobre o mar. "Já sei onde estamos", disse o capitão. Estamos perto dos grandes cachopos do cabo de Matapã. Vive ali um bom velhote completamente só; quando ouve o ruído da máquina de qualquer navio, compreende que este corre perigo de bater nos rochedos, e então acende sua lâmpada, e agita-a como acaba de fazer agora, para nos indicar onde estamos. Como o capitão soubesse assim em que ponto estava, pode por o navio em marcha e seguir o seu caminho com segurança.
Em Beachy Head, ao sul da Inglaterra vê-se o mar limpo; entretanto, como que emergindo das ondas, lá está um farol. Como surgiu este farol? Os construtores aproveitaram a maré baixa para cavar um grande poço na rocha calcária do fundo. Depois construíram uma plataforma de ferro que servia de oficina quando a maré subia. Quando baixava a maré, prosseguiam as escavações e construções; em redor do grande poço, levantaram um muro muito alto e, no fundo, alicerçaram a torre do farol. Para a condução dos trabalhadores e materiais construíram uma estrada de ferro, áreas que ligavam o cimo dos penhascos com a plataforma assente no mar. Colocada a última pedra, desmontaram a plataforma e a estrada de ferro e acenderam a luz do novo farol. Todas as noites este se ilumina para guiar os navegantes.
POR QUE UM NAVIO DE FERRO FLUTUA?
Antigamente acreditava-se que os navios só poderiam flutuar se construídos de madeira; mas hoje em dia, todos os grandes navios são feitos de ferro. Por que não vão ao fundo como uma pedra ou uma bigorna? Por causa da sua forma. Construindo-os de maneira que sejam ocos, todo o espaço que ocupam está cheio de ar, o que o faz, em feral, mais leves do que a água. Um homem de nobres sentimentos lutou durante muitos anos para salvar a vida dos marinheiros, até que por fim conseguiu que se promulgasse uma lei, em virtude da qual os armadores eram obrigados a mandar pintar nos cascos dos navios uma faixa chamada: Linha de Flutuação. O carregamento jamais será feito de forma que a referida linha desapareça da superfície da água. Seu nome nunca será esquecido, e alinha que protege a vida dos marinheiros chamar-se-á, sempre em sua memória de, Linha de Plimsoll.
Tesouro da Juventude - VOL. III
Tesouro da Juventude - VOL. III
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
ONDE COMEÇA O DIA?
O mundo está cheio de mistérios e maravilhas; não vale a pena, portanto, fatigar a inteligência, criando outros apenas em nossa imaginação. Podíamos formular uma infinidade de perguntas enigmáticas, acerca do tempo e da maneira de o avaliar; mas havemos de nos convencer de que tais enigmas não são reais, pois não é a natureza que os cria.
O fato é muito simples. O sol brilha sempre - é bom não esquecer que "o sol brilha sempre em algum lugar" _ e a Terra gira continuamente. É assim que o sol parece sair sempre de alguma parte, porque em todos os seus pontos, a Terra, no seu incessante movimento de rotação, apresenta-se-lhe de frente; e parece também por-se de algum lado, porque em todos os lugares se observa que a Terra gira, afastando-se dele.
Como é natural, sempre que dizemos agora, tanto as seis horas como à meia-noite, é agora em toda parte. O momento presente, é o momento presente aqui e na estrela mais afastada. Quando nos achamos em situação oposta ao sol, isto é, quando o vemos mais alto no céu, dizemos que é meio-dia, enquanto para habitantes do outro hemisfério é meia-noite; ora, este momento presente para nós é, sem dúvida alguma, o mesmo momento para eles e a diferença reside unicamente no nome, para indicar que agora estamos defronte do sol enquanto eles estão afastados dele. Seria insensato de nossa parte supor um mistério onde realmente não há nenhum. Simplesmente porque a Terra gira sem cessar e o sol brilha sempre, amanhece o dia também em qualquer lugar; portanto a verdadeira resposta à pergunta: "Onde começa o dia?" A resposta é: o dia sempre está começando em alguma parte.
O fato é muito simples. O sol brilha sempre - é bom não esquecer que "o sol brilha sempre em algum lugar" _ e a Terra gira continuamente. É assim que o sol parece sair sempre de alguma parte, porque em todos os seus pontos, a Terra, no seu incessante movimento de rotação, apresenta-se-lhe de frente; e parece também por-se de algum lado, porque em todos os lugares se observa que a Terra gira, afastando-se dele.
Como é natural, sempre que dizemos agora, tanto as seis horas como à meia-noite, é agora em toda parte. O momento presente, é o momento presente aqui e na estrela mais afastada. Quando nos achamos em situação oposta ao sol, isto é, quando o vemos mais alto no céu, dizemos que é meio-dia, enquanto para habitantes do outro hemisfério é meia-noite; ora, este momento presente para nós é, sem dúvida alguma, o mesmo momento para eles e a diferença reside unicamente no nome, para indicar que agora estamos defronte do sol enquanto eles estão afastados dele. Seria insensato de nossa parte supor um mistério onde realmente não há nenhum. Simplesmente porque a Terra gira sem cessar e o sol brilha sempre, amanhece o dia também em qualquer lugar; portanto a verdadeira resposta à pergunta: "Onde começa o dia?" A resposta é: o dia sempre está começando em alguma parte.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
QUEM DESCOBRIU A INSULINA?
Banting, moço cirurgião, ignorado do mundo médico e num espaço acanhado a que mal se poderia chamar laboratório, estava destinado a ser um dos grandes benfeitores da humanidade.
Depois de ter regressado da grande guerra, instalou-se numa aldeia do Canadá, lembrando nas ruas horas de descanso a moléstia que lhe matara o pai: o diabetes. Certa vez, quando tais recordações o assaltaram, pensou que se não tivéssemos pâncreas morreríamos todos de diabetes. Dessa data em diante começou a se dedicar a essa idéia e ao estudo acurado deste particular.
Fez experiências em cães e assim prosseguiu até que um de seus amigos de infância foi presa da insidiosa doença. Banting deu então um salto decisivo: curou-o. Era a consagração. Banting passou da categoria de desconhecido médico rural à de famoso "Premio Nobel!.
Mas não parou por aí sua luta; ele e novos investigadores conseguiram demonstrar a presença de outras substâncias de composição análoga em certas plantas, como cebolas, hortaliças e cogumelos. Quando se conseguir isolar o fermento glicolítico então o diabetes será facilmente curável, já despojado, graças a Banting, do seu caráter trágico.
Para chegar a descoberta da insulina, Banting contou com a inestimável colaboração do Dr. Best.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV
Depois de ter regressado da grande guerra, instalou-se numa aldeia do Canadá, lembrando nas ruas horas de descanso a moléstia que lhe matara o pai: o diabetes. Certa vez, quando tais recordações o assaltaram, pensou que se não tivéssemos pâncreas morreríamos todos de diabetes. Dessa data em diante começou a se dedicar a essa idéia e ao estudo acurado deste particular.
Fez experiências em cães e assim prosseguiu até que um de seus amigos de infância foi presa da insidiosa doença. Banting deu então um salto decisivo: curou-o. Era a consagração. Banting passou da categoria de desconhecido médico rural à de famoso "Premio Nobel!.
Mas não parou por aí sua luta; ele e novos investigadores conseguiram demonstrar a presença de outras substâncias de composição análoga em certas plantas, como cebolas, hortaliças e cogumelos. Quando se conseguir isolar o fermento glicolítico então o diabetes será facilmente curável, já despojado, graças a Banting, do seu caráter trágico.
Para chegar a descoberta da insulina, Banting contou com a inestimável colaboração do Dr. Best.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV
QUE SÃO AS MANCHAS QUE VEMOS DIANTE DOS OLHOS?
Há duas espécies. Umas são permanentes, permanecem no mesmo lugar e são devidas a alguma coisa que está no próprio olho, em geral a uma mancha na córnea, ou parte anterior do olho, a qual não é transparente e sofreu alguma lesão que passou despercebida. Estes pontos opacos da córnea projetam sobre a retina sombras que parecem manchas defronte dos olhos. A segunda espécie de manchas é inteiramente diferente. Estas não são permanentes e parecem que ocupam vários lugares nos diversos tempos. Em geral não as percebemos. São as sombras projetadas sobre a retina por certas células flutuantes no seio dos líquidos que existem dentro do olho, pondo-se entre aquela e a luz; e, como se movem em todas as direções, não vemos sempre nos mesmos sítios as sombras que projetam.
Estas células brancas existem sempre no olho em maior ou menor quantitade.
quando passamos uma noite em claro e estamos fatigados, excitados, vemos manchas defronte dos olhos; nossos nervos adquiriram sensibilidade exagerada e, por isso, reparamos nas manchas projetadas pelas já mencionadas células brancas. Uma propriedade importante de toda matéria viva e, em especial, dos nervos. É que, quanto mais débeis se encontram, tanto mais sensíveis se manifestam, fato de fácil verificação, inclusive em nós mesmos.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV
Estas células brancas existem sempre no olho em maior ou menor quantitade.
quando passamos uma noite em claro e estamos fatigados, excitados, vemos manchas defronte dos olhos; nossos nervos adquiriram sensibilidade exagerada e, por isso, reparamos nas manchas projetadas pelas já mencionadas células brancas. Uma propriedade importante de toda matéria viva e, em especial, dos nervos. É que, quanto mais débeis se encontram, tanto mais sensíveis se manifestam, fato de fácil verificação, inclusive em nós mesmos.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV
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