Seja Bem vindo(a) ao Porque das Coisas!

Um dos maiores sábios, Francisco Bacon, disse que o segredo do saber não residia tanto em se poder responder às perguntas como em ter a certeza de que as perguntas se devem faer e qual a maneira de as formular. o mais difícil é "interrogar a natureza acertadamente". Eis aí uma verdade notável. Saber perguntar é saber aprender, embora nem sempre se obtenha a resposta mais acertada.Os homens tem aprendido, muitas vezes, coisas importantes simplesmente porque alguém disse "não se pode perguntar isso", quando se trata de uma questão debatida por espaço de muitos séculos. Fica então a minha observação: perguntar é preciso, pois o saber é necessário e não existem saberes maiores ou menores, mas saberes diferentes.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

POR QUE AS PILHAS ESTOURAM?

Por causa do acúmulo de gás hidrogênio, que é inflamável. Com o passar do tempo, os componentes químicos formam naturalmente esse gás, que vai se armazenando dentro da pilha e pode entrar em combustão devido a uma série de fatores. O estouro de uma pilha AA é teoricamente inofensivo, mas há relatos de pessoas que se machucaram com baterias maiores, como as de laptops. Pilhas comuns quando estouram, soltam um líquido marrom, que é a mistura dos metais na parte interna. Já as alcalinas soltam um pó branco. Nos dois casos, elas não podem ser reutilizadas.
FONTE: Revista Mundo Estranho - novembro/2012.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

COMO SURGIU A NECESSIDAE DE SE CONSTRUIR UM FAROL?

Há muitos a os já navegava um barco, por noite escura, na costa da Grécia. As trevas eram tão densas que não permitiam ao capitão orientar-se, de forma que resolveu permanecer no ponto onde estava até que rompesse a  manhã e pudesse, à luz do sol, determinar o rumo que deveria seguir. Pouco depois de suspender a marcha gritou, porém um marinheiro de bordo: "Vê-se além uma luz!" Efetivamente, lá ao longe, como se fora uma estrela pálida e afastada, brilhava uma luzinha nas trevas que pesavam sobre o mar. "Já sei onde estamos", disse o capitão. Estamos perto dos grandes cachopos do cabo de Matapã. Vive ali um bom velhote completamente só; quando ouve o ruído da máquina de qualquer navio, compreende que este corre perigo de bater nos rochedos, e então acende sua lâmpada, e agita-a como acaba de fazer agora, para nos indicar onde estamos. Como o capitão soubesse assim em que ponto estava, pode por o navio em marcha e seguir o seu caminho com segurança.
Em Beachy Head, ao sul da Inglaterra vê-se o mar limpo; entretanto, como que emergindo das ondas, lá está um farol. Como surgiu este farol? Os construtores aproveitaram a maré baixa para cavar um grande poço na rocha calcária do fundo. Depois construíram uma plataforma de ferro que servia de oficina quando a maré subia. Quando baixava a maré, prosseguiam as escavações e construções; em redor do grande poço, levantaram um muro muito alto e, no fundo, alicerçaram a torre do farol. Para a condução dos trabalhadores e materiais construíram uma estrada de ferro, áreas que ligavam o cimo dos penhascos com a plataforma assente no mar. Colocada a última pedra, desmontaram a plataforma e a estrada de ferro e acenderam a luz do novo farol. Todas as noites este se ilumina para guiar os navegantes.

POR QUE UM NAVIO DE FERRO FLUTUA?

Antigamente acreditava-se que os navios só poderiam flutuar se construídos de madeira; mas hoje em dia, todos os grandes navios são feitos de ferro. Por que não vão ao fundo como uma pedra ou uma bigorna? Por causa da sua forma. Construindo-os de maneira que sejam ocos, todo o espaço que ocupam está cheio de ar, o que o faz, em feral, mais leves do que a água. Um homem de nobres sentimentos lutou durante muitos anos para salvar a vida dos marinheiros, até que por fim conseguiu que se promulgasse uma lei, em virtude da qual os armadores eram obrigados a mandar pintar nos cascos dos navios uma faixa chamada: Linha de Flutuação. O carregamento jamais será feito de forma que a referida linha desapareça da superfície da água. Seu nome nunca será esquecido, e alinha que protege a vida dos marinheiros chamar-se-á, sempre em sua memória de, Linha de Plimsoll.
Tesouro da Juventude - VOL. III

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

ONDE COMEÇA O DIA?

O mundo está cheio  de mistérios e maravilhas; não vale a pena, portanto, fatigar a inteligência, criando outros apenas em nossa imaginação. Podíamos formular uma infinidade de perguntas enigmáticas, acerca do tempo e da maneira de o avaliar; mas havemos de nos convencer de que tais enigmas não são reais, pois não é a natureza que os cria.
O fato é muito simples. O sol brilha sempre - é bom não esquecer que "o sol brilha sempre em algum lugar" _ e a Terra gira continuamente. É assim que o sol parece sair sempre de alguma parte, porque em todos os seus pontos, a Terra, no seu incessante movimento de rotação, apresenta-se-lhe de frente; e parece também por-se de algum lado, porque em todos os lugares se observa que a Terra gira, afastando-se dele.
Como é natural, sempre que dizemos agora, tanto as seis horas como à meia-noite, é agora em toda parte. O momento presente, é o momento presente aqui e na estrela mais afastada. Quando nos achamos em situação oposta ao sol, isto é, quando o vemos mais alto no céu, dizemos que é meio-dia, enquanto para habitantes do outro hemisfério é meia-noite; ora, este momento presente para nós é, sem dúvida alguma, o mesmo momento para eles e a diferença reside unicamente no nome, para indicar que agora estamos defronte do sol enquanto eles estão afastados dele. Seria insensato de nossa parte supor um mistério onde realmente não há nenhum. Simplesmente porque a Terra gira sem cessar e o sol brilha sempre, amanhece o dia também em qualquer lugar; portanto a verdadeira resposta à pergunta: "Onde começa o dia?" A resposta é: o dia sempre está começando em alguma parte.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

QUEM DESCOBRIU A INSULINA?

Banting, moço cirurgião, ignorado do mundo médico e num espaço acanhado a que mal se poderia chamar laboratório, estava destinado a ser um dos grandes benfeitores da humanidade.
Depois de ter regressado da grande guerra, instalou-se numa aldeia do Canadá, lembrando nas ruas horas de descanso a moléstia que lhe matara o pai: o diabetes. Certa vez, quando tais recordações o assaltaram, pensou que se não tivéssemos pâncreas morreríamos todos de diabetes. Dessa data em diante começou a se dedicar a essa idéia e ao estudo acurado deste particular.
Fez experiências em cães e assim prosseguiu até que um de seus amigos de infância foi presa da insidiosa doença. Banting deu então um salto decisivo: curou-o. Era a consagração. Banting passou da categoria de desconhecido médico rural à de famoso "Premio Nobel!.
Mas não parou por aí sua luta; ele e novos investigadores conseguiram demonstrar a presença de outras substâncias de composição análoga em certas plantas, como cebolas, hortaliças e cogumelos. Quando se conseguir isolar o fermento glicolítico então o diabetes será facilmente curável, já despojado, graças a Banting, do seu caráter trágico.
Para chegar a descoberta da insulina, Banting contou com a inestimável colaboração do Dr. Best.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV

QUE SÃO AS MANCHAS QUE VEMOS DIANTE DOS OLHOS?

Há duas espécies. Umas são permanentes, permanecem no mesmo lugar e são devidas a alguma coisa que está no próprio olho, em geral a uma mancha na córnea, ou parte anterior do olho, a qual não é transparente e sofreu alguma lesão que passou despercebida. Estes pontos opacos da córnea projetam sobre a retina sombras que parecem manchas defronte dos olhos. A segunda espécie de manchas é inteiramente diferente. Estas não são permanentes e parecem que ocupam vários lugares nos diversos tempos. Em geral não as percebemos. São as sombras projetadas sobre a retina por certas células flutuantes no seio dos líquidos que existem dentro do olho, pondo-se entre aquela e a luz; e, como se movem em todas as direções, não vemos sempre nos mesmos sítios as sombras que projetam.
Estas células brancas existem sempre no olho em maior ou menor quantitade.
quando passamos uma noite em claro e estamos fatigados, excitados, vemos manchas defronte dos olhos; nossos nervos adquiriram sensibilidade exagerada e, por isso, reparamos nas manchas projetadas pelas já mencionadas células brancas. Uma propriedade importante de toda matéria viva e, em especial, dos nervos. É que, quanto mais débeis se encontram, tanto mais sensíveis se manifestam, fato de fácil verificação, inclusive em nós mesmos.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CURIOSIDADES

Quinina, graças a Pelletier
Como sabemos, foram os europeus e particularmente os portugueses e espanhois que descobriram, aos olhos atônitos do seu continente, as maravilhas do Novo Mundo. Estas terras proporcionaram dádivas extraordinárias aos brancos ambiciosos; e dentre as plantas medicinais tem lugar de destaque uma conhecida por quina-quina, orniginária do Peru. Antes de descobertas suas virtudes, muitos foram os aventureiros brancos que compartilharam nas terras selvagens da América da cova comum com os indígenas, e outros teriam tido o mesmo fim, não fossem o sentido de observação e a tenacidade de um bravo que se chamou Palletier.
Levada pelos espanhois, do Peru para a Europa, a raiz de quina-quina foi ter, após algumas peripécias, às mãos de  dois jovens químicos: Pelletier e Caventou.
A esses dois moços unia uma amizade muito sólida e juntos dedicavam-se a pesquisas várias que se iniciaram com a ipecacuanha e dela conseguiram isolar a emetina; a seguir descobriram a estricnina ao tratarem a planta chamada stricnos. Tempos depois voltaram suas vistas para a quina-quina dos selvagens e deixaram-se empolgar por esse trabalho, até que depois de muitos esforços e decepções descobriram uma goma amarelo-pálido, solúvel em ácido e ácool, mas que _único fato estranho_ era também solúvel em éter: sem dúvida uma substância que surgia. Era a quinina, debeladora da malária.
Esta descoberta abria as portas a outtras pesquisas; e investigadores, procurando a quinina no café, descobriram a cafeína; a nicotina  no fumo; a atropina no beladona; a papaverina no ópio; a efedrina na MaHuang, da China; a escopoleína na scopula; e a teofilina, no chá.
O grande investigador teve seu nome imortalizado numa substância descoberta depois de sua morte _ a peletierina _ de largo emprego no combate a verme voraz, a tênia.
Tesouro da Juventude - Vol. XIV

terça-feira, 9 de outubro de 2012

POR QUE NÃO HÁ HABITANTES NA LUA?

Desde já podemos afirmar que a vida, tal como a entendemos, não pode existir na lua. Lá, se tivesse de existir algo como um ser, seria uma raça de seres inteiramente diferentes dos que conhecemos na Terra. Somos seres especialmente criados para viver nas devidas condições que existem neste planeta, por exemplo: necessitamos de ar, dependemos de clima e nossa compleição e estatura são devidas à densidade da atmosfera. Se esta aumentasse andaríamos curvados, se diminuisse, poderíamos saltar pelos montes.
Ora, como já está provado que na Lua não há atmosfera, a espécie de ser, que poderia habitar nosso belo satélite, deveria diferir de nós, e muito, antes de mais nada, no que diz respeito a própria respiração. Não teria nariz, nem pulmões. Quanto as cidades e edifícios, seriam eternoa, pois não seríam corroídos pelo ar, nem prejudicados pelas chuvas. Não existiria fogo. Seres sem voz, sem comunicação verbal, nada de barulho, mudos e sileciosos. Seríam, emfim, cidades sem ruídos, ser ar, sem água; silenciosas como túmulos incorruptíveis e eternas. Vida, jamais!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

POR QUE A CHUVA CAI EM FORMA DE GOTAS E NÃO COMO UMA MASSA DE ÁGUA?

Quando uma massa de ar quente, muito carregada de vapor d'água, sobe e entra em contato com as massas de ar frio, o vapor d'água que aquela contém começa a se condensar em redor das partículas de pó que flutuam geralmente na atmosfera. As gotículas que se formam desta maneira, por serem extremamente pequenas, ficam em suspensão e vão construir as nuvens. Suponhamos que o ar quente continua a subir para as regiões mais elevadas. Como estas gotículas são mais densas do que o ar, acontece que o número das que acompanham o ar no seu movimento ascensional é reduzido. Assim sendo, diminui progressivamente o número dos núcleos de condensação, e as gotas se vão tornando cada vez maiores. Em um dado momento, elas ficam tão grandes e pesadas que caem sob a forma de chuva.
A descrição simplificada que acabamos de fazer da formação da chuva permite-nos agora compreender a razão pela qual a água cai em gotas. O vapor que a atmosfera contém, não se condensa bruscamente, formando grandes volumes de água no estado líquido. Aliás, mesmo que isso acontecesse, o atrito do ar desdobraria esta massa  de água em gotas, como se pode comprovar quando se lança de grande altura a água contida num balde.

sábado, 6 de outubro de 2012

O CÉREBRO DE UM HOMEM DE TALENTO É MAIOR DO QUE DE UM IMBECÍL?

Não é fácil responder esta pergunta, contudo decidi clocá-la aqui para induzir as pessoas a pensar sobre o assunto. Não há dúvidas de que as raças superiores do gênero humano tem, via de regra, o cérebro maior que as inferiores; mas se quisermos aprofundar  mais o assunto, toparemos imediatamente com grandes dificuldades. Entre pessoas  da mesma raça, uma que possua um grande talento pode ter o cérebro meno volumoso e pesado que outra que não passa da mediana intelectual, ou seja, mesmo muito pouco inteligente. Isto constituiu durante muito tempo um enigma indecifrável; hoje porém, explica-se de modo satisfatório.
A medição e pesagem do cérebro inteiro não podem ser consideradas como prova decisiva. Existem no interior dele certas cavidades cujo tamanho varia de indivíduo para individuo., bem como o peso do seu conteúdo. Além disso, a quantidade daquilo que podemos chamar, recheio do cérebro, parece que também é variável segundo as diferentes pessoas.  O que na realidade influi são as células nervosas que se radicam na substância cinzenta da superfície do cérebro, e sempre que esta forma pregas, a substância cinzenta interna-se nelas; daqui resulta que um cérebro muito pequeno, mas apresentando muitas dobras ou circunvoluções, que é o seu nome científico,  pode ter na realidade uma quantidade maior de substância cinzenta que outro grande e mais liso. A espessura da camada de substância cinzenta também varia de uns par outros indivíduos e até nas várias regiões do mesmo cérebro.
Se fosse possível medir somente as partes do cérebro que influem no talento das pessoas, talvez não fosse difícil encontrar uma relação entre o tamanho daquele e a capacidade mental. Para isto contudo, seria necessário contar o número de células nervosas que cada cérebro contém e, talvez, nem mesmo assim, consegúissemos chegar ao fundo do problema, pois é muito provável que as células não sejam todas do mesmo tamanho.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

POR QUE SONHAMOS?

O cérebro está dividido em partes, algumas ficam bem acordadas enquanto outras dormem. É isto que acontece quando sonhamos. A maior parte do cérebro e, em especial, suas regiões superiores, permanecem adormecidas enquanto sonhamos; outras partes porém, continuam acordadas; e, sem o guia e a direção das principais energias da mente, estas começam a recordar  certos fatos, sobretudo os que se passaram mais recentemente. Talvez deixemos de sonhar, unicamente, quando o sono é profundo, e parece estar provado que, quase todas as pessoas tem sonhos, dos quais não se lembram absolutamente nada ao despertar. Quanto mais indeciso é um sonho, mais facilmente o esquecemos e menor é o número de partes do cérebro que estiveram acordadas; contudo quando temos sonhos longos e completos, em que vemos as coisas com nitidez, e delas nos lembramos, é porque esteve acordada a maior parte do cérebro. Então, quanto menos sonhamos é melhor para o cérebro descansar e, no caso de sonhar, o melhor é que nos lembremos o menos possível do sonho.

O PORQUE DAS COISAS: POR QUE HÁ UMA FESTA TÃO BADALADA NO DIA DE UM SAN...

O PORQUE DAS COISAS: POR QUE HÁ UMA FESTA TÃO BADALADA NO DIA DE UM SAN...: Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europei...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

POR QUE HÁ UMA FESTA TÃO BADALADA NO DIA DE UM SANTO CHAMADO SÃO JOÃO?

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.
  Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.
  Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
  Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.
  Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.
  Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.
  Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.

domingo, 24 de junho de 2012

POR QUE O SANGUE É VERMELHO?

O sangue é um tecido conjuntivo líquido que circula pelo sistema vascular sanguíneo dos animais vertebrados. O sangue é produzido na medula óssea vermelha e tem como função a manutenção da vida do organismo por meio do transporte de nutrientes, toxinas (metabólitos), oxigênio e gás carbônico. O sangue é constituído por diversos tipos de células, que constituem a parte "sólida" do sangue,estão imersas em uma parte líquida chamada plasma. As células são classificadas em leucócitos (ou glóbulos brancos), que são células de defesa; eritrócitos (glóbulos vermelhos ou hemácias), responsáveis pelo transporte de oxigênio; e plaquetas (fatores de coagulação sanguínea). Temos em nosso corpo cerca de 5 milhões de globulos vermelhos em cada milímetro cúbico de sangue. Na simplicidade da pergunta poderí dizer que o sangue é vermelho porque boa parte dele é formada por esta células que tem o pigmento chamado de hemoglobina, que são os glóbulos vermelhos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

POR QUE A CABEÇA TOMBA QUANDO DORMIMOS?

São os músculos que movimentam nossos ossos. Ambos são ligados por tendões - cordões fibrosos e resistentes. Quando o músculo se contrai, o tendão puxa o osso, gerando o movimento. Quando dormimos, os músculos do pescoço, que mantêm a cabeça erguida e firme, relaxam. Então, sem querer, a cabeça pende para um lado. Músculos e ossos formam uma dupla fundamental para sustentar nosso corpo e tornar possível cada um dos movimentos que fazemos: desde escrever até praticar qualquer esporte.

sábado, 16 de junho de 2012

POR QUE OS OSSOS DURAM CENTENAS DE ANOS?

Os ossos são um tecido vivo, formado por minerais como calcio e fosfato (que dão rigidez) e por colágeno (proteína que os torna flexíveis). O esqueleto sustenta a estrutura do corpo, ajuda os músculos nos movimentos e protege os órgãos. Vemos que boa barte da estrutura dos ossos é formada por elementos minerais e estes materiais não sofrem a ação de bactérias que existem no ambiente. Os microorganismos se alimentam da matéria orgânica que está nos tecidos do corpo. Assim como os ossos, os dentes duram bastante tempo. Em números: 206 - número de ossos de um adulto; 300 - número de ossos do esqueleto de um bebê recém-nascido. À medida que o bebê cresce, alguns ossos se unem e formam outros maiores; 106 - Número de ossos nas mãos e nos pés; 14% - porcentagem do peso dos ossos em relação ao corpo; 20 - tempo médio em que o esqueleto completa seu desenvolvimento.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

POR QUE NÃO SENTIMOS DOR QUANDO NOS CORTAM O CABELO?

Sempre que sentimos uma dor é porque alguma coisa perturbou um nervo ou nervos capazes de transmitir a mensagem a uma certa parte do cérebro, onde há células nervosas que podem sentir dor. Se estas células nervosas estiverem insensibilizadas pelo fato de ter penetrado em em nosso sangue um anestésico, não sentimos dor alguma. Se o nervo for extraído, ou estiver de tal forma atrofiado que não possa transmitir as mensagens ao cérebro, também não sentiremos dor, embora nos cortem a pele com uma tesoura. E, se em alguma parte do corpo, os nervos faltam inteiramente, é claro que não experimentamos a mínima dor, façam o que fizerem à referida parte. É isto precisamente que acontece com o cabelo. A raiz viva do cabelo, onde este se cria e se nutre, na verdadeira pele, está provida de nervos e, por isso, sentimos dor quando arrancamos um cabelo. Mas nem os homens nem os animais tem nervos nos pelos, e, portanto, resistem sem dor à operação de os cortarem. Com as unhas acontece o mesmo que com os cabelos; como não tem nervos, não nos doem quando as cortamos. Mas o mais curioso de tudo é que a superfície do cérebro não contem nervo algum dos que servem para sentir os cortes e contatos, e pode ser tocado e operado sem que experimentemos dor alguma.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Qual dos dois anda mais depressa, o calor ou o frio?

Essa é uma pergunta que não deveria ser feita a priori, pois o frio não existe realmente. O frio absoluto, se chegássemos a conseguí-lo, seria a ausência absoluta de calor; ora aquilo a que chamamos de frio, não é mais que uma diminuição de calor, experimentada pelo meio em que vivemos ou por um objeto determinado. Uma coisa esfria porque perde parte do seu calor. Logo, não podemos dizer que o frio anda, a não ser que nos resfriamos a vento frio, por exemplo, ou a uma corrente de água fria que circule por entre uma massa de água quente. Contudo podemos averiguar a velocidade de transmissão de calor, se nos referirmos à velocidade de transmissão dos raios caloríficos ou ao calor radiante que sentimos quando nos aproximamos de um fogão ou de uma luz. Tal espécie de calor é realmente a própria luz e caminha exatamente com a mesma velocidade que ela. Do frio não podemos dizer que anda com esta ou com aquela velocidade porque, de fato, não existe.