Sempre que sentimos uma dor é porque alguma coisa perturbou um nervo ou nervos capazes de transmitir a mensagem a uma certa parte do cérebro, onde há células nervosas que podem sentir dor. Se estas células nervosas estiverem insensibilizadas pelo fato de ter penetrado em em nosso sangue um anestésico, não sentimos dor alguma. Se o nervo for extraído, ou estiver de tal forma atrofiado que não possa transmitir as mensagens ao cérebro, também não sentiremos dor, embora nos cortem a pele com uma tesoura. E, se em alguma parte do corpo, os nervos faltam inteiramente, é claro que não experimentamos a mínima dor, façam o que fizerem à referida parte. É isto precisamente que acontece com o cabelo. A raiz viva do cabelo, onde este se cria e se nutre, na verdadeira pele, está provida de nervos e, por isso, sentimos dor quando arrancamos um cabelo. Mas nem os homens nem os animais tem nervos nos pelos, e, portanto, resistem sem dor à operação de os cortarem. Com as unhas acontece o mesmo que com os cabelos; como não tem nervos, não nos doem quando as cortamos. Mas o mais curioso de tudo é que a superfície do cérebro não contem nervo algum dos que servem para sentir os cortes e contatos, e pode ser tocado e operado sem que experimentemos dor alguma.
Este blog Destina-se a tratar de assuntos mais variados possíveis. Curiosidades de ontem, hoje e antigamente.Resolvi compartilhar alguns porquês deste cotidiano. Todos os conteúdos são extraídos de uma coleção antiguíssima chamada de: "Tesouro da Juventude" que existe antes de minha própria existência, editada em 1958. Uau! É isso mesmo!Contudo as perguntas ainda sondam nossas mentes atualmente e as respostas são simples e resumidas. Então Vamos lá...!
Seja Bem vindo(a) ao Porque das Coisas!
Um dos maiores sábios, Francisco Bacon, disse que o segredo do saber não residia tanto em se poder responder às perguntas como em ter a certeza de que as perguntas se devem faer e qual a maneira de as formular. o mais difícil é "interrogar a natureza acertadamente". Eis aí uma verdade notável. Saber perguntar é saber aprender, embora nem sempre se obtenha a resposta mais acertada.Os homens tem aprendido, muitas vezes, coisas importantes simplesmente porque alguém disse "não se pode perguntar isso", quando se trata de uma questão debatida por espaço de muitos séculos. Fica então a minha observação: perguntar é preciso, pois o saber é necessário e não existem saberes maiores ou menores, mas saberes diferentes.
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